O Coordenador da graduação, Prof. Nelson Barth fala sobre o Curso de Administração de Empresas

 O que o curso de graduação em Administração de Empresas mantém desde que foi criado?

“Mantivemos a tradição em oferecer um curso de excelência, altamente exigente e com um rigoroso processo seletivo. Continuamos sendo a 1ª opção em Administração de Empresas.  Nada disso mudou com o tempo.

Além disso, a GV sempre se diferenciou das demais faculdades por entregar conteúdo com alta aplicabilidade, sempre estivemos próximos do mercado. Não queremos formar técnicos, nem mesmo pessoas sem contato com empresas. Isto está no DNA da Escola.”

 

Quais foram as principais mudanças do curso?

“Antigamente, tínhamos algumas iniciativas tímidas em relação à nossa internacionalização. Hoje, temos acordos com mais de 100 instituições e universidades ao redor do mundo e mais de 1/3 dos nossos alunos fazem o intercâmbio.

Há também a opção da dupla titulação, cursando uma parte do curso no Brasil e outra no exterior. O aluno obtém dois diplomas de conclusão de curso. Atualmente, temos um acordo com a Northeastern University, em Boston, e com a Università Commerciale Luigi Bocconi, em Milão, mas novas parcerias serão divulgadas em breve.

Outra iniciativa é que, a partir do 2º semestre/15, teremos uma turma do curso com aulas, trabalhos e exames somente em língua inglesa.

Cada vez mais, o curso enfatiza a interdisciplinaridade, a formação humana e o aprendizado por meio da prática com visitas a campo.  Temos hoje uma série de medidas, conhecidas como garantias de aprendizagem, para nos certificarmos que estamos atingindo nossos objetivos. Estas medidas são importantes para nosso processo de certificação internacional.

Formamos um aluno apto a competir por uma vaga de trabalho em qualquer lugar do mundo”.

 

Qual o perfil do aluno da GV?

“O aluno da GV está cada vez mais exigente, ele pensa alto, quer expandir seus conhecimentos dentro de grandes empresas, tanto nacionais quanto internacionais, ou mesmo empreender ou trabalhar em startups. Eles querem um bom salário, mas também um sentido para o que fazem, algo que possa gerar impacto na sociedade. Nosso alunos querem deixar um legado”